Porque o diabetes é mais comum nos idosos? Receba um Guia de alimentação para diabéticos.

O diabetes é, de fato, mais comum nos idosos. diabetesSegundos dados do Ministério da Saúde divulgados, idosos acima dos 65 anos são os que mais sofrem com diabetes: 21,6% das pessoas nessa faixa etária possuem a doença. Enquanto isso, apenas 0,6% dos jovens entre 18 e 24 anos tem diabetes. No Brasil, 5,6% da população declaram ter a doença – em 2006 eram 5,2%.

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O tipo 2, é o mais comum, incide em mais de 90% dos casos e tem relação significativa com a genética, com o envelhecimento, o excesso de peso e o sedentarismo. Nesta modalidade, existe uma resistência à ação da insulina no organismo. Este tipo de diabetes muitas vezes não causa muitos sintomas e, por isso, não é diagnosticado corretamente. Um simples exame de glicemia pode não indicar a doença. Apenas testes mais específicos, como a leitura da taxa de glicemia após ingestão de açúcar, é que podem comprovar o problema.

Causas – Algumas das causas desta maior incidência são:

– o aumento da população idosa graças a maior expectativa de vida;

– o envelhecimento e a redução natural de algumas funções do organismo, com o avançar da idade, que controlam as taxas de glicose, como a secreção de insulina, hormônio responsável pela absorção da glicose pelas células;

– o aumento da obesidade, de modo geral, em todas as camadas da população; ainda segundo o Ministério da Saúde, o número de obesos no Brasil cresceu 28% entre 2006 e 2011;

– o sedentarismo – a falta de exercício, tempo excessivo diante da televisão.

Consequências do diabetes – Os danos causados pelo diabetes mal controlado, em sua maioria, são silenciosos, tem uma progressão e podem ocorrer sem serem notados por longo período. Há estimativas de que no Brasil, 40 a 50% das pessoas com diabetes não sabem que têm a doença enquanto que 20% dos que sabem não fazem nenhum controle ou por descuido ou por falta de condições financeiras.

O não controle do diabetes pode causar cegueira, amputação de membros, insuficiência renal, derrame cerebral, disfunção erétil, úlcera nos pés, depressão, entre outros problemas. Também contribui para o aumento de riscos de incontinência urinária, quedas e demências.

Recomendações – Visite seu médico e procure manter as taxas de glicemia dentro de limites estabelecidos por ele, evitando elevações agudas e crônicas dos índices.

Alguns cuidados para controlar a glicemia:

Exercícios regulares – O professor de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenador do Departamento de Diabetes do Idoso da Sociedade Brasileira de Diabetes, João Eduardo Salles, lembra que é importante olhar o aumento da cintura abdominal quando se fala em obesidade, e não apenas o peso. Para ele, a atividade física ideal é aquela que trabalha a força muscular e não apenas a resistência aeróbica. Ele explica que a diminuição da massa muscular é um dos fatores que contribuem para o aparecimento do diabetes, pois o músculo é o principal órgão de captação de glicose.

Medicamentos em alguns casos, são necessários medicamentos específicos, SEMPRE prescritos  pelo médico.

Alimentação – Consumo moderado de frutas, carboidratos, além evitar doces, gorduras e frituras.

Para um controle diário da alimentação, consulte e siga o Guia alimentar para pessoas com diabetes do tipo 2 (produzido pela PNAN – Política Nacional de Alimentação e Nutrição), de uso fácil e bem didático.

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